23 de abril de 2010

Cinco filmes chegam às telonas da cidade Neste fim de semana

Certamente o filme mais esperado entre as cinco estreias que chegam à cidade esta semana é o mais novo filme de Tim Burton, Alice no país das maravilhas. Baseado no clássico escrito por Lewis Carroll, a aventura mostra Alice, agora aos 19 anos, em uma festa da nobreza em Oxford, onde vive, até que descobre que está prestes a ser pedida em casamento. Desesperada, ela foge seguindo um coelho branco e vai parar no País das Maravilhas, um local que ela visitou quando tinha treze anos mas não se lembrava mais. No elenco estão Mia Wasikowska, Johnny Depp e Helena Bonham-Carter.

Outro longa americano é o drama A estrada, de John Hillcoat. Com Viggo Mortensen, Kodi Smit-McPhee e Robert Duvall, a história se passa em uma América apocalíptica, onde pai e filho caminham em estradas abandonadas à procura de uma salvação. O filme tem por base o romance homônimo do escritor Cormac McCarthy, premiado com o credenciado Pullitzer em 2007. Em gênero bastante diferente, chega a animação alemã Lissi no reino dos birutas, de Michael Herbig. Nesta sátira da trilogia Sissi, de Ernst Marischka, o reino milionário da imperatriz Lissi é ameaçado por um monstro das montanhas.

Dois filmes brasileiros também estreiam nas salas da cidade. Um é Sonhos roubados, que trata de três jovens cariocas que se prostituem no intuito de conseguir dinheiro para satisfazer seus sonhos de consumo. Para a história, a diretora Sandra Werneck (de Cazuza e Pequeno dicionário amoroso) se baseou no livro As meninas da esquina, de Eliane Trindade. O longa conta com a atuação de Nanda Costa, Amanda Diniz e Kika Farias. Eventos políticos e econômicos do século XX que culminaram nos problemas da sociedade atual é o mote do documentário Utopia e barbárie, de Silvio Tendler. A narração é de Amir Haddad, Chico Diaz e Letícia Spiller
Por: Correio Braziliense/ Tigorodrigues "Reprodução"

Walcyr Carrasco lança obra infantil de temática gay

O autor de novelas Walcyr Carrasco, acaba de lançar três livros infantis, inaugurando a série “Todos Juntos” da editora Ática. Um deles, chamado “Meus dois Pais"

Além de escrever livros para adultos, crônicas e peças de teatro e ser um dos mais bem-sucedidos autores de novela da Rede Globo (O Cravo e a Rosa, Alma Gêmea e Caras & Bocas), Walcyr Carrasco sempre se dedicou à literatura infanto-juvenil. A diferença é que agora ele quer se debruçar com mais afinco a "questões delicadas", como diz. A nova série da editora caiu como uma luva, pois é totalmente voltada para os preconceitos e os temas difíceis na vida das crianças.
( Na foto ao lado Walcyr ,João Vitor, (a criança) que não vive o personagem mais esteve no lançamento de seus tres livros )

Como ainda há muito preconceito e intolerância no Brasil, você não teme que seu livro sobre homossexualismo (Meus Dois Pais) possa desagradar pais e professores mais conservadores e, com isso, sofrer algum tipo de boicote em escolas e bibliotecas?
"Não tenho medo algum, porque o tema, a meu ver é tratado com respeito e delicadeza. Quando escrevi Vida de Droga, onde a garota de classe média se vicia e chega a se prostituir, eu temia a rejeição. Minha surpresa foi ser chamado por inúmeros escolas religiosas, dirigidas por freiras, para dar palestras, porque tinham adotado Vida de Droga! Constatei que a maneira como o tema foi colocado agradava professores e pais, porque contribuía para a formação dos filhos e alunos. Acredito que ''meus dois pais'' terá a mesma aceitação. Agora, se a rejeição acontecer de alguma maneira, isso mostrará ainda mais como o livro é importante e como esse tema merece ser discutido. Meus Dois Pais fala sobre amor e aceitação, não sobre sexo. Acho que esse é o trunfo principal do livro. E não nego, eu me sinto corajoso por introduzir este tema pela primeira vez na literatura infanto-juvenil brasileira."

Três vezes cidadania
Meus Dois Pais
Ilustrações de Laurent Cardon. A mãe e o pai se divorciam e o menino vai morar com o pai, porque a mãe tem de mudar de cidade. Na casa do pai, ele descobre um grande amigão, que fica tão íntimo a ponto de ir até em reuniões de avaliação na sua escola. Até que os coleguinhas sopram para o garoto que o moço que mora com o pai dele não é apenas um amigo. O menino se revolta e vai para a casa da avó. Até que tudo se resolve.

Pituxa, a Vira-Lata
Ilustrações de Simone Matias. Garota bem esnobe só gosta de cachorros com pedigree e torce o nariz para a vira-lata que a mãe traz pra dentro de casa. Até que surge uma oportunidade para a menina entender que aparência não é tudo na vida. O que vale é a solidariedade.

Ararinha de Bico Torto
Ilustrações de Al Stefano. O tema é delicado: as pessoas com deficiências físicas. O filhote de arara nasce com bico torto e é rejeitado pela mãe. No final, graças a protetores de animais, vira uma ave feliz e independente. Cada um dos três livros custa em média R$ 24,90 e tem 40 páginas.

Por: Estadão , Tigo Rodrigues , Aqui vocês encontram as melhores notícias os melhores post's encontram ainda as melhores indicações de cultura e cinema as melhores baladas da cidade e temas profundos como a política da nossa capital ! confira sempre o web blogguer "TigoRodrigues.blogspot.com"

O projeto Brasília, Outros 50 celebra o aniversário da capital com 50 horas de cultura

A distância que separa o hardcore do pagode, quem diria, pode ser muito mais curta do que se imagina. No gramado do Complexo Cultural da Funarte, poucos estavam dispostos à segregação de gêneros musicais. O espírito da festa Brasília, Outros 50 era bem outro: aplaudir as diferenças e, se possível, dissolver preconceitos, tribos, rótulos. Na segunda noite do projeto, arquitetado pelo Fórum de Cultura do Distrito Federal, o aniversário da cidade foi celebrado com um mutirão cultural que, na contramão do espetáculo grandioso da Esplanada dos Ministérios, ofereceu ao público o direito de escolher entre dezenas de atrações simultâneas. E, aos mais aventureiros, experimentar um pouco de cada sabor.
    A quantidade de opções tornou impossível a meta de assistir a todas as principais atrações. Na noite de quinta, os shows de Frejat (Palco Atitude) e de Móveis Coloniais de Acaju (que terminou às 4h30 de ontem, no Palco Diversidades) estavam entre os mais comentados. Mas, até a meia-noite, não havia um palco de destaque: todos os cinco grandes ambientes reuniam uma boa média de público - de 500 a 1 mil pessoas. A organização do evento, com entrada franca, esperava, no entanto, por uma plateia de 200 mil nas 50 horas de arte (a programação só termina hoje à noite).
Surpresas
Em meio à variedade, houve brechas para surpresas como a apresentação do duo Lucy and the Popsonics, que lançou músicas do novo disco, produzido por John Ulhôa (Pato Fu), previsto para julho. "Vocês serão os primeiros brasileiros a conhecer nossas músicas novas", avisou a vocalista Fernanda Popsonics. A sonoridade da banda, um eletro-rock tão doce quanto agressivo, lotou a área no Palco Atitude. Também com disco engatilhado, o quarteto 10Zer04, de Samambaia, mostrou que segue feroz, entre o rock pesado e o hip-hop. "O 10Zer04 está completando 10 anos, já vimos de tudo nesta cidade. Mas é a primeira vez que trabalhamos num evento que nós ajudamos a construir", comentou o guitarrista Alessandro Oliveira. Até a madrugada, ainda estavam previstos shows de bandas como Trampa, Etno, Rocan (com participações de Tihuana e Maskavo) e Dillo e a Gang.

Enquanto as guitarras explodiam, a atmosfera no Palco Samba (um dos espaços mais animados da noite) era de baile caloroso. No Palco da Cultura Popular, a ordem era o festejo : a plateia subiu no tablado para dançar com o Boi do Seu Teodoro. No Palco Diversidades, Célia Porto homenageava Renato Russo. E, a alguns passos dali, o grupo Atitude Feminina afiava rimas sobre preconceito, agressão às mulheres e o cotidiano na periferia do DF. "A nossa periferia chora", avisavam. Mais do que um painel de expressões artísticas, a Funarte revelou uma cidade tão rica quanto desigual. Muito além, por isso, do que se vê em um passeio pela Esplanada dos Ministérios.


Atrações cênicas
Brasília, Outros 50 entra na reta final com dia mais dedicado às artes cênicas. Às 10h, tem A conferência, monólogo de Adeilton Lima com direção de Cláudio Chinaski. Às 21h, a Ópera de três vinténs, de Hugo Rodas, fecha o dia no palco do Teatro. No gramado, o grupo Virtú encena As moscas. Na Lona Mestre Zezito, as apresentações começam às 10h e seguem atá às 22h, com o Circo Teatro Artetude. O Hierofante mostra A regra do jogo, às 15h, na Lona do Circo União. O encerramento será às 23h, com uma ciranda.

20 de abril de 2010

Rihanna: "Eu continuo a olhar para Mariah Carey como um fã"

Rihanna revelou que cresceu idolatrando estrelas como Janet Jackson, Whitney Houston e Mariah Carey.
A cantora admitiu que passou a infância ouvindo divas da música e sonhando com uma carreira que seguiria com seus passos.
"Janet Jackson, Destiny's Child, Whitney Houston, definitivamente foram as pessoas que me motivaram a fazer isso, quem eu idolatrava e olhava dizendo: "Eu quero ser como elas, eu quero fazer isso um dia, eu quero fazer vídeos, músicas e ter os CDs." Assim começou o sonho, quee se tornou uma realidade.", disse Rihanna à MTV americana.
"Sim, eu conheci algumas delas e é realmente muito estranho. Eu continuo a olhar para Mariah Carey como um fã. Eu me lembro de "Vision Of Love", quando eu repetia todas as noites, cada movimento daquele vídeo.", respondeu Rihanna quando perguntaram se ela já encontrou alguma das suas divas favoritas.

"Mais de 50 produtores foram convocados para trabalhar no novo álbum da Rihanna"

O cantor Taio Cruz revelou que está envolvido com a pré-produção do novo álbum da Rihanna. O músico britânico, que chegou ao topo das paradas com a faixa "Break Your Heart", revelou que mais de 50 produtores foram convocados para trabalhar no novo material da artista.

"Houve uma grande reunião com mais de 50 produtores para articular o quinto álbum da Rihanna. Alugaram entre 20 e 30 estúdios diferentes para dividir os produtores em grupos. Cada um tinha seis ou sete músicas para trabalhar. Foi algo inédito no meio, porque ela é uma grande artista.", Cruz revelou.
Sem previsão de lançamento, o novo álbum da Rihanna ainda não tem título. Por enquanto, ela continua a divulgação do disco "Rated R", lançado em novembro do ano passado.

Por: TigoRodrigues

 

Chris Brown no Brasil: Cantor vai cobrar US$150,00 para conhecer fãs

Chris Brown vai vender "Meet & Greet" no Brasil. O formato de ingresso bastante comum no exterior, dá a oportunidade do fã ter seu momento com o artista.
Brown vai utilizar a prática nos seus 4 shows no Brasil. Os fãs interessados deverão fazer um pedido no local de compra de ingresso e deverá pagar 150 dólares, o que equivale a cerca de R$260,00. O artista promete tirar uma foto e auografá-la em um cartão 8×10cm.
O cantor norte-americano desembarca para a primeira apresentação no dia 19 de maio, no Chevrolet Hall, em Belo Horizonte. Em seguida, ele faz show no Credicard Hall, dia 20, em São Paulo; dia 21, no Citibank Hall, no Rio de Janeiro; e finaliza sua turnê pelo Brasil em Porto Alegre, no Pepsi On Stage, dia 22.
Por: Pop Line MTV

19 de abril de 2010

Notinhas Por Tigo Rodrigues

Moby é a estrela de evento ecológico que balançou a Esplanada em 10 horas de programação eletrônica 
foi neste sabádo (17) que o Celebrar Brasília 50 levou cerca de 30 mil pessoas a área externa do Museu Nacional Honestino Guimarães, durante evento que promovia a preservação do cerrado. O tema, infelizmente, passou quase despercebido durante o Celebrar Brasília. O público queria mesmo era dançar ao som de música eletrônica, que desde as 18h ecoava na Esplanada dos Ministérios, enquanto aguardava pela grande atração da noite. Brasília foi a primeira cidade a receber a turnê brasileira Wait for me de Moby, o músico, DJ e ativista nova-iorquino que desde os anos 1990 transforma a música eletrônica em meio de mobilização. com uma programação extensa de muito som elertrônico.
Após elogiar a cidade, Moby tocou Porcelain, que serviu como uma homenagem a Brasília, enquanto dançarinas vestidas de branco surgiram penduradas por cabos de aço sobre o público, jogando papéis brilhantes e dando cambalhotas no ar."
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  Dono de bar e acessores impedem polícia e orgãos de fiscalização de fechar o estabelecimento
Neste domingo (18) o Bar Barulho no Park da cidade Sarah Kubitschek em Brasília passou por uma fiscalização com a presensa de todos os orgãos, Detran, PCDF, PM, Vara da Infância entre outros, a confusão assustou frequentadores e simpatizantes do bar, muitas viaturas de todos os orgãos chegaram ao local de uma só vez e cercaram o bar, policias chegaram a abordar frequentadores no local e desligaram o som, o lugar é defendido por ONGS e Gays é considerado um lugar aberto da diversidade Gay em Brasília, Enfim a fiscalização só passou de um susto o Dono do Bar "Edivaldo" já estava com toda a documentaçõe em dia com todos os orgãos e informou ao público que restou, que irá funcionar no Aniversário de Brasília dia 21 de abril , que o Bar não corre o risco de Fechar, falou ainda que irá reforçar a segurança para impedir a presença de menores de idade. a programação do Bar Barulho é com Dj's as Quintas e Domingos a partir das 19hs.
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 Um verde contra Marina
A senadora e pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva, rebateu a acusação, feita por um vereador de seu partido, de que teria "escondido" uma bandeira com as cores do arco-íris, símbolo do movimento gay, durante uma cerimônia pública. "Não discrimino quem quer que seja e defendo plena cidadania para todos", escreveu ela em seu blog de campanha. A acusação partiu do vereador Sander Simaglio, filiado ao PV de Alfenas e defensor dos direitos dos homossexuais.

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Enfim, um beato homossexual
Como saber se um prelado é hétero ou homo desde que fez voto de castidade? Há qualquer coisa de muito intrigante na declaração do secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone: “Numerosos psiquiatras e psicólogos demonstraram que não existe ligação entre celibato e pedofilia, mas muitos outros demonstraram que existe entre homossexualidade e pedofilia”.
Pronunciada no começo da semana, atiçou um vespeiro global. Das organizações e associações gays, de boa parte da mídia, até da chancelaria francesa erguem-se protestos, a ponto de provocar na quarta um comunicado em que o Vaticano pretende esclarecer: Bertone apenas se referia aos homossexuais de batina. Com a seguinte revelação: dos 3 mil casos de pedofilia registrados pelas autoridades eclesiásticas (e rigorosamente mantidos sob sigilo) nos últimos 50 anos, 10% são de pedofilia stricto sensu enquanto 90% são, a bem da santíssima verdade, de efebofilia, ou seja, envolvem adolescentes. Reminiscências gregas. Destes, 60% correspondem a práticas homossexuais e 30%, hétero.
O que não fica esclarecido é como a Igreja consegue catalogar com tamanha precisão as atividades sexuais dos seus padres, dos quais os fiéis esperam outros gêneros de comportamento. Mas não haverá de ser por acaso que o próprio Bento XVI viaja para a Inglaterra em setembro próximo para a beatificação do cardeal teólogo John Henry Newman, o qual pediu para ser enterrado ao lado do amigão reverendo Ambrose St.-John. Quanto este morreu, o cardeal confessou que sua dor era igual à de um marido, ou de uma esposa. Vale assinalar ainda o surgimento na Áustria de uma associação filantrópica destinada a proteger e educar os filhos abandonados por padres heterossexuais. Uns e outros seriam bastante numerosos.
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Por: Tigo Rodrigues

Um Relógio em comemoração de Luxo ao aniversário de Brasília

Em comemoração aos 50 anos de Brasília, a Swatch realiza, nesta terça-feira, coquetel de lançamento da edição limitada do relógio inspirado nos traços de Oscar Niemeyer, no Museu Nacional de Brasília. Esse tipo de homenagem já foi feito com nomes como Pedro Almodóvar, Vivienne Westwood e Christian Lacroix.

Rogério Rosso: "Brasília é maior que a crise"

Rosso promete em seus oito meses de governo valorizar o servidor de carreira, desativar o Buritinga e investir em Saúde, Educação e Segurança.

 Ana Maria Campos - Correio Braziliense

Em oito meses de governo, Rogério Rosso pretende criar a própria marca. Até o fim da semana, o novo governador terá a própria equipe a ser formada com pessoas da sua confiança, escolhidas depois de ouvir os aliados da Câmara Legislativa. Ele não nega que vai administrar a capital do país com os eleitores que o levaram ao poder, muitos dos quais sob investigação na Operação Caixa de Pandora. Mas terá de ser um equilibrista para agradar aos deputados distritais sem alimentar a força do pedido de intervenção federal no Distrito Federal, feito pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF).

Para dar a sua cara à gestão, a reforma administrativa vai começar pela assessoria mais próxima. As mudanças vão longe e devem envolver todo o secretariado. Com uma ampla casa no Lago Sul, Rosso não deverá se mudar para a residência oficial de Águas Claras. Usará a estrutura para reuniões e vai montar o gabinete no anexo do Palácio do Buriti. O centro administrativo de Taguatinga (Buritinga), um dos símbolos da passagem de José Roberto Arruda pelo GDF, será desativado, segundo Rosso revelou ao Correio. Nenhum integrante do primeiro escalão que deixou o cargo em decorrência da crise retornará ao cargo. Em entrevista, Rosso admite que sempre trabalhou para ser, um dia, governador. Mas garante que não vai concorrer à reeleição.

O senhor assume o GDF num momento de turbulência. Que medidas adotar para evitar intervenção?

É um conjunto de medidas que vai desde uma auditoria no governo, divulgação dos gastos e receitas, corte de despesas. Tenho o desafio de não deixar a máquina paralisada, mantendo os serviços, as obras e os programas sociais, desde que regularmente contratados. De procurar mostrar para as instituições que o governo voltará a funcionar normalmente, como o cidadão deseja, e com austeridade.
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, não acredita nas eleições indiretas. O senhor vai procurá-lo?

Essas eleições foram legitimadas pelo Poder Judiciário, pelo Tribunal de Justiça do DF. Pretendo, sim, me encontrar com o procurador-geral e chefes de todas as instituições para mostrar o que vamos fazer. É importante esse diálogo, para mostrar que Brasília é maior que a crise.
O senhor tem uma formação na iniciativa privada e surgiu no mundo político no governo Roriz. Também participou da gestão Arruda. O senhor é ligado a eles?

Tenho um perfil técnico. De nenhuma forma fico constrangido em dizer que trabalhei no governo Roriz. Muito pelo contrário, a minha vida pública começou lá.
O que levou o senhor à vitória?

Muita gente apostava em Wilson Lima. Foi um conjunto de forças partidárias. Primeiro, o desejável era que houvesse mais entendimento antes dos registros das chapas. No decorrer da semana, começaram os entendimentos partidários, de parlamentares. Tinha impressão de que o resultado seria diferente. Acreditava na vitória e torcia por ela, mas em segundo turno mais combativo.
Houve um movimento do DEM de oferecer apoio ao PT para barrar a sua candidatura. A que o senhor deve isso?

Não tive essa informação. Teria dificuldade até em entender essa movimentação.
Não é uma questão política entre Alberto Fraga e Tadeu Filippelli?

Pode ser. Mas Brasília, nesse momento, sei que é difícil, precisa unir as forças para sair desse momento.
A eleição de outubro influenciou essa vitória?

O compromisso nosso, do PMDB e de outros partidos, é que o vencedor nesse momento não pode concorrer à reeleição, até para que as instituições percebam que não vai haver utilização da máquina para fins eleitorais. Da nossa parte, há uma firme convicção de que não iremos para qualquer eleição. Nem a Ivelise nem eu.
O PMDB foi muito atingido pela Caixa de Pandora. O senhor teve votos de três pessoas do seu partido que estão sob investigação. O senhor vai proteger essas pessoas?

A Justiça, durante essa semana, legitimou a participação de todos os deputados distritais. Todos eles já ofereceram as suas defesas. Essa é uma questão que, honestamente, para mim... Nós precisamos da Câmara como um todo. Fico muito tranquilo, a própria Justiça legitimou a participação de todos os deputados.
Pretende se mudar para a Residência oficial, em Águas Claras, usar o Buritinga?

Honestamente, nem parei para pensar sobre isso. Usar Águas claras? Eu tenho quatro filhos, super bagunceiros, sapecas, ia acabar com a tranquilidade do governo. Então, o seguinte: é melhor a gente ficar em casa. Usar o Buritinga? Uma coisa é o centro administrativo novo, outra coisa é Buritinga. Se não reformar já…
Vai desativá-lo?

Essa é a nossa ideia. Mas isso é uma discussão com todos do governo.
O senhor garante que não será candidato?

Garanto.
Acredita em uma aliança do PT com o PMDB em outubro?

Nacionalmente, isso está consolidado. E eu sei que essa aliança vai ser tentada nos estados. O Filippelli, como presidente do partido, está à frente dessas negociações. Vamos conversar com ele. Mas o que eu puder fazer para a gente trabalhar sem pensar muito nisso, em eleições... Esse momento, agora, é de focar no nosso trabalho.
Oito meses é pouco para tantos planos?

Muito pouco. Oito meses é priorizar. E vamos priorizar em investimento e infraestrutura em baixa renda. E vamos priorizar saúde, educação e segurança.
O senhor vai mudar equipe, botar sua cara no governo?

Vou. Acho que tem que ser colocada. Não a minha cara, eu diria, vou colocar várias caras.
Vai fazer o governo Rogério Rosso?

Vamos fazer o governo Rogério, Ivelise, o governo do servidor público, tentar maximizar a utilização do servidor público em cargos de chefia.
O senhor vai consultar a Câmara para formar esse governo?

Precisamos até de autorização da Câmara para algumas mudanças.
Quem não votou no senhor terá algum tipo de represália?
No que depender da gente, esse é um governo sem ódio, sem revanchismo, sem perseguição. Tem que ser um governo de paz. Brasília precisa de paz, não de ódio agora.

15 de abril de 2010

A moda Pegou, Cantora Cristã sai do Closet e Assume Sexualidade

Depois de Rick Martin assumir publicamente sua homossexualidade, agora chegou a vez de Jennifer Knapp, estrela da música cristã dos EUA, chamou a atenção pública ao assumir publicamente que é lésbica. A cantora estava sumida há sete anos.

Jennifer é natural do Kansas declarou estar preparada para encarar as possíveis reações negativas por parte dos fãs religiosos que sempre fizeram questão de desmentir rumores sobre sua homossexualidade e em entrevista à Reuters, a cantora afirmou: “ando ganhando muito mais piscadelas de garotas (em seus concertos) do que no passado”, disse.

A notícia causou polêmica porque nenhuma outra cantora tão conhecida como ela, no gênero da música cristã, é assumidamente lésbica. Segundo a Reuters, no passado, a indústria musical cristã desaprovava artistas que se desviavam do padrão.  Um caso que ficou conhecido nesse meio foi o de Sandi Patty e Michael English, nos anos 1990, quando o casal admitiu ter tido casos extraconjugais. As lojas e rádios se apressaram em abandoná-los. 

Mas Jennifer já está se precavendo quanto a uma possível represália. A cantora gravou um álbum para o grande público e não está promovendo-o apenas em rádios e varejistas cristãos. Ela afirmou que consideraria uma falta de respeito dizer “ei, isto é algo que você vai querer colocar na sua loja ao lado da estatueta de Jesus", disse. Segundo ela seria uma falsa ingenuidade tentar convencer alguém de que precisa fazer isso.

Jennifer se considera "uma pessoa de fé" e rejeita a sugestão de que esteja dando as costas à igreja, acusação que prejudicou artistas como Sam Cooke e Aretha Franklin quando eles deixaram o gospel para trás para buscar o estrelato pop.

O novo álbum da cantora, Letting Go, será lançado no dia 11 de maio pela distribuidora RED, pertencente à Sony Music. Jennifer recebeu, em 2001, uma indicação ao Grammy na categoria de melhor álbum de rock gospel e durante sua carreira iniciada em 1998, com o disco Kansas, a cantora já recebeu quatro Dove Awards, prêmios mais importantes da música gospel, e já vendeu cerca de 1 milhão de CDs.

Jennifer também falou que antes de conhecer sua namorada, nos Estados Unidos, ela foi celibatária durante dez anos e que isso condiz com a expectativa geral em relação aos membros não casados da comunidade evangélica. Embora diga que ainda respeita as pessoas que se abstêm do sexo não conjugal, ela brincou: "Qualquer pessoa que tenha passado uma década celibatária tem perdedor completo estampado em suas costas", diz

Por: TigoRodrigues

A Poderosa Lésbica dos EUA Saiba quem é !!!

A mais nova do mundo GLS é que a atriz, apresentadora e comediante Ellen DeGeneres, foi considerada a lésbica mais poderosa dos Estados Unidos pela revista Out, que desde 2007 faz um ranking anual.

Neste ano, ela substituiu Paula Abdul como jurada do American Idol, programa de maior audiência da televisão americana, além de continuar com seu talk show, o The Ellen DeGeneres Show.

De acordo com a publicação, DeGeneres, entre outras qualidades, é uma defensora apaixonada dos direitos iguais para casamentos heterossexuais e homossexuais.

Na publicação da revista estão 50 homossexuais que atuam em diversas áreas, como a política, os negócios e as artes. Além de DeGeneres, aparecem na lista celebridades como o cantor Adam Lambert (5º), o ator Neil Patrick Harris (7º), os estilistas Marc Jacobs (11º) e Tom Ford (13º), o blogueiro Perez Hilton (26º), a atriz Jodie Foster (41ª) e o cineasta Gus Van Sant (43º).